“Tinha os cabelos fartos de menina travessa, as mãos manchadas de tinta de caneta como as de uma escritora incansável, unhas de pessoa nervosa, mente de falsa colombina… Sorriso de guria tímida, gargalhada de menina levada, olhar de revoltada e um andar de moça pouco adorada. Um quê de esquesitice, três colheres de azedume e incontáveis doses de confusão. Era uma garota estranha. Talvez, no sentido bom da expressão.
“Tenho saudade de pessoas que fui conhecendo, lembranças que fui esquecendo, amigos que acabei perdendo, mas continuo vivendo e aprendendo.